Plano de Contingência COVID-19



02/04/2020



Sumário


1. INTRODUÇÃO 4

2. OBJETIVOS 5

3. ELABORAÇÃO 5

4. APROVAÇÃO 5

5. CADASTRO GERAL DA EMPRESA 6

6. MEDIDAS GERAIS DE SEGURANÇA NO AMBIENTE DE TRABALHO 7

6.1. Medidas individuais de prevenção e proteção nos ambientes institucionais 8

6.2. Procedimentos caso o trabalhador esteja com sintomas de doença respiratória aguda (principalmente febre, tosse e dificuldades para respirar) ou tenha pessoas nessa situação no mesmo domicílio. 9

6.3. Medidas coletivas de prevenção e proteção dos ambientes 9

6.4. Viagens 10

6.5. Quanto as Refeições 10

6.6. Quanto a CIPA 10

6.7. Quanto ao Transporte 10

6.8. Uso de Máscaras no Ambiente de Trabalho 11

7. MANEJO E FLUXO DE CASOS SUSPEITOS E CONFIRMADOS 11

8.1. Definir se um caso é suspeito 11

8.2. Entende-se como contato próximo uma pessoa envolvida em qualquer uma das seguintes situações: 12

8.3. Procedimento para caso confirmado de COVID-19 na empresa. 13

9. ISOLAMENTO DOMICILIAR: INSTRUÇÕES PARA PACIENTES COM COVID-19 E FAMILIARES 14

9.1. Definição de Isolamento Domiciliar 14

9.2. Compartilhamento do Isolamento 15

9.3. Local do Isolamento 15

9.4. Cuidados com o Doente 15

9.5. Visitas 15

9.6. Cuidados em Casa 15

9.7. Uso de Máscaras no Isolamento Domiciliar 16

9.8. Cuidados a ser seguido pelo cuidador 16

9.9. Como limpar quarto e banheiro 16

9.10. Como lavar roupas, toalhas e lençóis usados pelo doente. 17

9.11. Como proceder com pratos, copos, talheres e objetos usados. 17

9.12. Quais cuidados o doente precisa receber. 17

9.13. Quando levar o doente para o hospital 17

9.14. O que fazer se mais alguém da casa tiver sintomas. 17

10. DESENVOLVIMENTO, IMPLMENTAÇÃO E COMUNICAÇÃO DE PROTEÇÕES E FLEXIBILIDADES DO AMBIENTE DE TRABALHO. 18

10.1. MEDIDAS DE CONTROLE DO AMBIENTE 18

10.2.    Medidas de controle administrativo 19

10.3. Práticas de trabalho seguro 19

11. Equipamentos de proteção individual 20

12. ANEXO I 21

13. ANEXO II 22

14. ANEXO III 23




  1. INTRODUÇÃO

O COVID-19 é uma doença respiratória que se espalhou da China para muitos outros países ao redor do mundo. Causa especialmente infecções respiratórias em humanos, e apresenta alta transmissibilidade. Ainda não há vacina disponível e o tratamento é de suporte e inespecífico.

Ainda existem lacunas sobre informações da epidemiologia e o quadro clínico da Covid-19, incluindo período mais exato de incubação, possibilidade de transmissão a partir de portadores assintomáticos e índice de transmissibilidade. O espectro clínico da doença é muito amplo, variando de assintomático, portadores de sintomas respiratórios leves a pacientes com pneumonia grave. Até o momento observou-se doença mais grave e maior taxa de letalidade em idosos e em pessoas que têm alguma doença crônica.

O papel da indústria brasileira é essencial para o enfrentamento da pandemia de Covid-19, mediante a produção de medicamentos e equipamentos de saúde, materiais de higiene, alimentos e bebidas; geração e distribuição de energia elétrica, de gás, de sinal de internet e telecomunicações; captação e tratamento de água, esgoto, lixo; produção e distribuição de combustíveis.

Algumas dessas operações são essenciais para manter a saúde e bem estar da população e para abastecer o sistema de saúde público e privado dos insumos necessários ao adequado atendimento as demandas da Covid-19. Em muitos casos, as indústrias precisarão manter ou ampliar seu nível de produtividade para que o país possa superar os desafios dessa pandemia.

Esse documento consolida conteúdos oficiais, técnicos e científicos que englobam medidas, orientações, políticas, métodos e recomendações para gestão de riscos associados à Covid-19 nas empresas, de forma alinhada à estratégia nacional adotada pelo Ministério da Saúde e outros órgãos federais. Aqui serão encontradas recomendações que podem ser adotadas no cotidiano da operação no ambiente de trabalho, em de home office e em situações de isolamento de casos confirmados e suspeitos de Covid-19.

Este Plano visa orientar todo o grupo de trabalhadores e à medida que novos conhecimentos sejam adquiridos e que o cenário epidemiológico da doença mude no Brasil.

  1. OBJETIVOS

  • Elaboração do Plano Corporativo de Contingenciamento à pandemia de COVID-19 no território nacional.

  • Consolidar material público de referência, de órgãos competentes nacionais e internacionais, sobre a COVID-19 e estratégias corporativas de mitigação de riscos.

  • Orientar gestores da empresa para gestão de riscos associados à transmissão pela COVID -19

  • Orientar sobre identificação, notificação e encaminhamento oportuno de casos suspeitos de Infecção Humana em parceria com os sistemas público e privado de saúde.

  • Orientar sobre medidas de proteção no ambiente de trabalho e atuação em diferentes categorias de risco.

  • Orientar sobre medidas de proteção junto a trabalhadores e prestadores de serviços.



  1. ELABORAÇÃO 

Nome: Natália Zambianco de Figueiredo

Cargo: Coordenadora de RH

Telefone: (66)3411-9600

E-mail: natalia@eletricaserpal.com.br




 

Assinatura


  1. APROVAÇÃO 

Nome: Renato Del Cistia

Cargo: Sócio/Diretor

Telefone: (66)3411-9600

E-mail: renato@eletricaserpal.com.br




 

Assinatura


  1. CADASTRO GERAL DA EMPRESA



  1. MEDIDAS GERAIS DE SEGURANÇA NO AMBIENTE DE TRABALHO

Comunicação enfática de medidas de prevenção de infecção pela COVID-19 e a forma de higienização correta:

  • Lave adequadamente as mãos com água e sabão, por pelo menos 20 segundos, ou use álcool em gel com frequência;

  • Cubra o nariz e boca ao espirrar ou tossir;

  • Evite aglomerações;

  • Mantenha ambientes bem ventilados;

  • Não compartilhe objetos pessoais;

  • Higienize o posto de trabalho/superfícies sempre que possível com produtos adequados.


Ambiente preparado para estimular a higiene frequente das mãos dos trabalhadores, clientes e visitantes, prioritariamente mediante lavagem com água e sabão e/ou álcool em gel 70%;


Recomenda-se o não compartilhamento de objetos que são tocados por mão e boca: celular, computador, copo, etc.


Todos os funcionários devem fazer a higienização frequente de objetos que precisam ser compartilhados no trabalho como ferramentas e equipamentos;


Os funcionários devem seguir as medidas de etiqueta respiratória como cobrir com os cotovelos boca e nariz durante a tosse e espirros, podendo ser com lenço de papel e descartado adequadamente;


Trabalhe, sempre que possível, com as janelas abertas;


Estão sendo implantadas práticas de flexibilização do local e do horário de trabalho, por exemplo:

  • Flexibilização de turnos (reduzir uso de transporte coletivo nos horários de pico).

  • Criação de novos turnos (reduzir contato social na empresa).

  • Homeoffice em dias alternados por equipes (reduzir contato social na empresa)

  • Homeoffice integral por período determinado


Implantação de políticas e práticas no trabalho com menor aproximação e contato humano, por exemplo:

  • Redução de reuniões presenciais e viagens de trabalho;

  • Estímulo de reuniões virtuais mesmo no ambiente da empresa;

  • Restrição de acesso ao público externo;

  • Diferentes turnos de refeição, mantendo o distanciamento entre as pessoas (aproximadamente 2 metros).


Maior rigor na higienização e na frequência do local de trabalho, com desinfecção de superfícies de equipamentos e mobiliário.


Estimulo a vacinação contra gripe, para reduzir casos de adoecimentos com mesmos sintomas da COVID19.


Obrigatoriamente manter distanciamento mínimo de 2 metros entre os postos de trabalho.


  1. Medidas individuais de prevenção e proteção nos ambientes institucionais

  • Trabalhe, sempre que possível, com as janelas abertas;

  • Respeitar distanciamento mínimo de 1,5 metros entre os colegas de trabalho;

  • Siga as regras de etiqueta respiratória para proteção em casos de tosse e espirros (folheto em anexo);

  • Lave suas mãos com água e sabão ou higienize com álcool 70% frequentemente (folheto em anexo);

  • Não compartilhe objetos de uso pessoal, como copos e talheres;

  • Evite a prática de cumprimentar com aperto de mãos ou beijos;

  • Siga sempre também as orientações sobre contenção e prevenção da Covid-19 do Ministério da Saúde;

  • Proibição do uso de Adornos.


  1. Procedimentos caso o trabalhador esteja com sintomas de doença respiratória aguda (principalmente febre, tosse e dificuldades para respirar) ou tenha pessoas nessa situação no mesmo domicílio.

  • Não vá à empresa por, pelo menos, 14 dias, independentemente do tipo de vínculo que tenha, e avise a sua chefia imediata;

  • Mantenha contato com o SUS pelo telefone 136 ou aplicativo SUS, avise a empresa imediatamente por telefone e por e-mail se possível;

  • Se for um trabalhador terceirizado, consulte também os procedimentos determinados pela empresa;

  • Em casos de sintomas respiratórios mais graves, procure uma unidade de saúde próxima a sua residência.


  1. Medidas coletivas de prevenção e proteção dos ambientes

  • Priorize o uso de ferramentas web para a realização de reuniões;

  • Realize as reuniões presenciais necessárias em ambientes bem ventilados ou ao ar livre;

  • Adie a realização de eventos presenciais em que esteja prevista grande concentração de pessoas;

  • Trabalhadores com idade acima de 60 anos e/ou trabalhadores que sejam portadores de doenças crônicas, devem exercer suas atividades de trabalho no domicílio;

  • A recomendação acima se aplica a todos os grupos de risco, gestantes, lactantes, etc.


  1. Viagens

  • Recomenda-se que, mesmo por motivos particulares, como férias, sejam evitadas viagens;

  • Evite ou adie viagens nacionais a serviço;

  • Ao regressar de viagens, o trabalhador que estiver assintomático deverá fazer isola- mento domiciliar por sete dias.


  1. Quanto as Refeições

  • Os trabalhadores que preparam e servem as refeições devem utilizar máscara cirúrgica e luvas, com rigorosa higiene das mãos;

  • Proibido o compartilhamento de copos, pratos e talheres não higienizados, bem como qualquer outro utensílio de cozinha;

  • Limpar e desinfetar as superfícies das mesas após cada utilização;

  • Nos refeitórios deve haver maior espaçamento entre as pessoas na fila, orientando para que sejam evitadas conversas;

  • Espaçar as cadeiras para aumentar as distâncias interpessoais. Considerar aumentar o número de turnos em que as refeições são servidas, de modo a diminuir o número de pessoas no refeitório a cada momento.


  1. Quanto a CIPA

  • As comissões internas de prevenção de acidentes - CIPA existentes poderão ser mantidas até o fim do período de estado de calamidade pública, podendo ser suspensos os processos eleitorais em curso;

  • Realizar as reuniões da CIPA por meio de videoconferência;


  1. Quanto ao Transporte

  • Manter a ventilação natural dentro dos veículos através da abertura das janelas. Quando for necessária a utilização do sistema de ar condicionado, deve-se evitar a recirculação do ar;

  • Desinfetar regularmente os assentos e demais superfícies do interior do veículo que são mais frequentemente tocadas pelos trabalhadores;

  • Os motoristas devem observar:
    a) a higienização do seu posto de trabalho, inclusive volantes e maçanetas do veículo;
    b) a utilização de álcool gel ou água e sabão para higienizar as mãos.


  1. Uso de Máscaras no Ambiente de Trabalho

  • A máscara de proteção respiratória só deve ser utilizada quando indicado seu uso. O uso
    indiscriminado de máscara, quando não indicado tecnicamente, pode causar a escassez do material e criar uma falsa sensação de segurança, que pode levar a negligenciar outras medidas de prevenção como a prática de higiene das mãos;

  • Os trabalhadores devem ser orientados sobre o uso correto da máscara;

  • A máscara nunca deve ser compartilhada entre trabalhadores;

  • Pode-se considerar o uso de respiradores ou máscaras PFF2 ou N95, quando indicado seu uso, além do prazo de validade designado pelo fabricante ou sua reutilização para atendimento emergencial aos casos suspeitos ou confirmados da COVID-19, conforme NOTA TÉCNICA GVIMS/GGTES/ANVISA Nº 04/2020;



  1. MANEJO E FLUXO DE CASOS SUSPEITOS E CONFIRMADOS


Os casos suspeitos e confirmados de Covid-19 entre trabalhadores da empresa deverão ser diagnosticados, tratados e notificados de acordo com as orientações do Ministério da Saúde, além das orientações específicas do estado e município. Estas orientações são atualizadas constantemente e o documento mais recente, deve ser consultado por todos os profissionais envolvidos. As informações contidas neste plano foram baseadas no guia SESI de prevenção do COVID-19. 


  1. Definir se um caso é suspeito

Nessa atual fase de transmissão, o conceito de caso suspeito não mais se aplica, devendo todos os indivíduos ser abordados de maneira sindrômica. Ou seja, foca-se agora na abordagem clínica de Síndrome Gripal e da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), independentemente do fator etiológico. O quadro clínico típico da Síndrome Gripal pode variar seus sintomas desde uma apresentação leve e assintomática, principalmente em jovens, adultos e crianças, até uma apresentação grave.


Os sintomas da síndrome gripal incluem: febre (>37,8 graus), tosse, dispneia, mialgia, sintomas respiratórios superiores, fadiga e mais raramente, sintomas gastrintestinais.


O diagnóstico sindrômico depende da investigação clínica-epidemiológica e do exame físico.
Situação 1: Quadro clínico de síndrome gripal (descrito acima) com ou sem teste etiológico;
Situação 2: Todos os que residem com a pessoa enquadrada na situação 1, desde que confirmado por atestado médico.

O gestor de saúde da empresa deve avaliar a necessidade de incluir entre os suspeitos, os trabalhadores que tiveram contato próximo e prolongado com a pessoa com sintomas de gripe. Casos suspeitos devem ser afastados por 14 dias e colocadas em isolamento domiciliar. 


O caso suspeito deve informar todas as pessoas que residam no mesmo endereço domiciliar, sujeitando-se à responsabilização civil e criminal pela omissão de fato ou prestação de informações falsas.

O profissional médico que determinou a medida de isolamento deve emitir atestado para a pessoa sintomática e todas as pessoas que convivem no mesmo ambiente.

  1. Entende-se como contato próximo uma pessoa envolvida em qualquer uma das seguintes situações:

  • Estar até dois metros de distância de um paciente com síndrome gripal, dentro da mesma sala ou área de atendimento (ou outros meios de transporte), por um período prolongado, sem uso de equipamento de proteção individual.


  • Cuidar, morar, visitar ou compartilhar uma área ou sala de espera de assistência médica ou, ainda, nos casos de contato direto com fluidos corporais, enquanto não estiver em uso do EPI recomendado.


  1. Procedimento para caso confirmado de COVID-19 na empresa.

A pessoa com diagnóstico confirmado de COVID-19 na empresa, quando assintomático deve:

  • Ser imediatamente isolada;

  • Receber máscara e instruções de uso;

  • Ser encaminhada para quarentena domiciliar;

  • Receber orientação sobre quando e como entrar contato com o sistema de saúde;

  • Receber orientação sobre medidas a serem adotadas durante o isolamento domiciliar para prevenção da contaminação a outras pessoas;

  • Receber orientação sobre medidas a serem tomadas caso precise se deslocar para o posto de saúde;

  • Ser monitorada de 2 em 2 dias para acompanhar a evolução da doença e a situação das pessoas que moram com ele.


A pessoa com diagnóstico confirmado de COVID-19 na empresa, quando apresentar sintomas, deve:

  • Ser imediatamente isolada,

  • Receber máscara e instruções de uso.

  • Ser encaminhada para o posto de saúde mais próximo.

  • Caso o Sistema de saúde o encaminhe para quarentena domiciliar, deve receber todas as orientações destinadas para os casos assintomáticos.


Todas as pessoas que tiveram contato prolongado (acima de 15 minutos) e próximo (menos de 2 metros) com a pessoa com COVID-19 confirmado devem:

  • Ser colocados em quarentena de 14 dias.

  • Receber orientações sobre medidas de desinfecção e isolamento domiciliar.


O local de trabalho da pessoa com caso confirmado e das que tiveram contato próximo e prolongado deve ser interditado para desinfecção.

  • É preciso limpar todas as superfícies e equipamentos utilizados pelas pessoas isoladas, pois o vírus pode permanecer durante dias em algumas superfícies.


Outros ambientes utilizados pelos trabalhadores afastados (caso confirmado e pessoas próximas) devem ser desinfetados: banheiro, copa, etc.


  1. ISOLAMENTO DOMICILIAR: INSTRUÇÕES PARA PACIENTES COM COVID-19 E FAMILIARES 


  1. Definição de Isolamento Domiciliar

É uma forma de permanecer em casa tomando alguns cuidados que diminuem o risco de transmitir infecções respiratórias, como a provocada pelo Coronavírus (Covid-19). Estes cuidados especiais impedem o contato das secreções respiratórias (gotículas expelidas ao espirrar ou tossir) de uma pessoa que pode estar com o Coro- navírus (Covid-19) entrem em contato com outras pessoas.


  1. Compartilhamento do Isolamento

Os casos suspeitos de Covid-19 até receber o resultado negativo dos exames. Se o resultado for positivo o paciente deve ficar em isolamento até o desaparecimento dos sintomas respiratórios. A equipe de saúde orientará os pacientes e seus familiares sobre quando é necessário fazer esse tipo de isolamento, quem deve ficar isolado e por quanto tempo.


  1. Local do Isolamento

O ideal é que a pessoa fique sozinha em um quarto, ou em um cômodo da casa adaptado como quarto, se possível com um banheiro privativo. As portas do quarto devem ficar fechadas o tempo todo, mas as janelas devem ficar abertas para que o ambiente fique bem ventilado. O paciente só deve sair deste quarto em caso de necessidade (por exemplo, para ir ao banheiro se este for separado, ou para ir ao médico quando preciso). Se o doente precisa fazer algum tratamento com inalação (ou nebulização), deve fazer sempre dentro do quarto. As refeições também devem ser servidas dentro deste quarto.


  1. Cuidados com o Doente

Qualquer familiar ou amigo pode cuidar do paciente, mas é preciso evitar que sejam gestantes, idosos ou pessoas com outros problemas de saúde, como outras doenças respiratórias (bronquite, asma, enfisema, etc). Os cuidadores devem evitar contato com as secreções respiratórias do doente, seguindo as instruções para uso correto de máscaras cirúrgicas, limpeza da casa e dos utensílios usados, além da lavagem das roupas e das mãos.


  1. Visitas

As visitas devem ser proibidas. Só as pessoas que precisam cuidar do paciente (dar comida, remédios e etc.) podem entrar no quarto.


  1. Cuidados em Casa

Os cuidados de isolamento domiciliar não exigem nenhum equipamento especial. Além dos produtos de limpeza comuns é necessário ter máscaras cirúrgicas e álcool gel que podem ser adquiridos em farmácias.


  1. Uso de Máscaras no Isolamento Domiciliar

Os cuidadores do doente devem colocar a máscara antes de entrar no quarto do doente e ficar com ela, tampando boca e nariz, durante todo o tempo em que ficarem lá.


O doente não precisa ficar de máscara dentro do quarto, mas deve colocar a máscara, tampando boca e nariz sempre que for sair, por qualquer motivo, e permanecer com ela durante todo o tempo em que ficar fora do quarto. Mesmo dentro do quarto, o doente deve cobrir o nariz e a boca com lenços de papel ao tossir ou espirrar.


As máscaras usadas pelo doente e pelo cuidador devem ser descartadas no lixo após cada uso.


  1. Cuidados a ser seguido pelo cuidador

É importante lavar as mãos com água e sabão após cada contato com o doente ou com as roupas, toalhas e lençóis que ele tenha usado (após a lavagem das roupas e a troca de roupas, por exemplo), após a lavagem de pratos, copos e talheres do doente, após a limpeza do quarto, do banheiro e dos objetos, e após cada vez que a máscara for retirada. Pode ser usado álcool gel 70% substituindo a lavagem se as mãos não estiverem sujas.


  1. Como limpar quarto e banheiro

O quarto e o banheiro devem ser limpos normalmente todos os dias. As superfícies do banheiro e do quarto pode ser desinfetadas com álcool 70%, água sanitária, desinfetante, etc. O piso do banheiro e o vaso sanitário devem ser desinfetados com hipoclorito (água sanitária), após a limpeza. A tampa do vaso sanitário deve ser mantida fechada durante o acionamento da descarga. Os panos de limpeza devem ser lavados após cada uso e desinfetados com hipoclorito (água sanitária). Antes de usar o álcool ou o hipoclorito certifique-se que essas substâncias não danificarão os objetos. O lixo do quarto e do banheiro do doente deve ser descartado em sacos fechados, normalmente, junto com o lixo da casa.


  1. Como lavar roupas, toalhas e lençóis usados pelo doente.

Não é necessário lavar as roupas do paciente em separado, mas outras pessoas só podem usar qualquer peça que teve contato com o doente depois da lavagem. Na hora de recolher e de lavar as roupas elas não devem ser sacudidas.


  1. Como proceder com pratos, copos, talheres e objetos usados.

A louça utilizada pelo paciente não precisa ser lavada em separado, mas assim como as roupas os copos, pratos e talheres só podem ser usados por outras pessoas depois de lavados. Qualquer outro objeto que o doente usar, como por exemplo, aparelho de telefone, livros, computador, jornais e revistas, deve ser limpo e desinfetado com álcool a 70% antes de ser usado por outra pessoa. Antes de usar o álcool certifique-se que essa substância não danificará os objetos.


  1. Quais cuidados o doente precisa receber.

O doente deve ficar em repouso, tomar bastante líquido e receber alimentação leve e balanceada. Podem ser usados analgésicos a antitérmicos comuns para os sintomas.


  1. Quando levar o doente para o hospital 

O doente deve ser levado para atendimento médico se apresentar piora. Em caso de dor no peito, falta de ar, extremidades azuladas (unhas e pontas dos dedos), desidratação, vômitos incontroláveis, diminuição da quantidade de urina, vertigens e confusão mental o paciente deve ser conduzido a um hospital imediatamente.


  1. O que fazer se mais alguém da casa tiver sintomas. 

Deve procurar atendimento médico em unidade de saúde. Na consulta deve informar que teve contato com caso suspeito e fazer a coleta para exame para diagnóstico.


  1. DESENVOLVIMENTO, IMPLEMENTAÇÃO E COMUNICAÇÃO DE PROTEÇÕES E FLEXIBILIDADES DO AMBIENTE DE TRABALHO.


Política de licença médica da empresa é flexível o suficiente para atender as recomendações do Ministério da Saúde e da Secretaria de Saúde do estado onde está a sua empresa.


Exigência pra que fornecedores sigam as regras da contratante sobre as medidas para proteger trabalhadores terceirizados.


Disponibilidade de meios alternativos digitais para entrega de documentações relativas a condições de saúde (atestado, laudos), postergando a apresentação e entrega do documento físico original.


Criação de mecanismos eficientes e constantes de comunicação. Trabalhadores informados fazem melhores escolhas e são menos propensos a absenteísmo.


Monitoramento para que as operadoras de saúde forneçam informações necessárias para acesso a serviços de teste e tratamento dos trabalhadores e familiares.


  1. MEDIDAS DE CONTROLE DO AMBIENTE

Profissionais de saúde e segurança do trabalho usam diretrizes denominadas Hierarquia de Medidas de Controle para selecionar formas de prevenir ou reduzir riscos no ambiente de trabalho. A melhor maneira de fazer isso é remover sistematicamente a exposição das pessoas ao risco de contaminação pelo coronavírus. São os casos das quarentenas para casos suspeitos e confirmados e para pessoas que tiveram contato com casos confirmados.


Durante a pandemia, quando isso não for possível, as medidas de proteção mais efetivas seguem a seguinte hierarquia:

1º - - Medidas de controle administrativas;

2º - Práticas de segurança no trabalho;

3º - Equipamentos de proteção individual.


Na maioria dos casos será necessária uma combinação dessas medidas.



  1. Medidas de controle administrativo

Esse tipo de medida requer envolvimento do trabalhador e da empresa. São mudanças nas políticas e procedimentos visando reduzir a exposição ao risco. Os exemplos listados são sugestões que devem ser avaliadas de acordo com as peculiaridades de cada empresa:

  • Encorajar trabalhadores doentes a ficar em casa;

  • Reduzir contato entre trabalhadores e entre esses e clientes;

  • Substituir situações de contato presencial por virtual (teletrabalho, mesmo quando no ambiente de trabalho);

  • Estabelecer dias de trabalho alternados ou novos turnos para reduzir o número de pessoas presentes no ambiente laboral ao mesmo tempo e aumentar a distância física entre eles;

  • Reduzir deslocamentos e viagens não essenciais durante a pandemia;

  • Desenvolver planos de comunicação como fóruns informativos, treinamentos online e comunicação virtual sobre a COVID19 e formas de prevenção;

  • Treinamento online para profissionais que precisam usar EPI;

  • Ponderar o adiamento de procedimentos de saúde ocupacional não urgentes, para priorizar o atendimento às questões relacionadas à pandemia.


  1. Práticas de trabalho seguro

Essas práticas incluem procedimentos para reduzir o tempo, frequência e intensidade de exposição ao risco, como:

  • Disponibilizar acesso a material para higiene pessoal e dos equipamentos de trabalho: álcool em gel, lavabos, equipamentos pessoais sem necessidade de compartilhamento.

  • Fixar em vários locais do ambiente laboral lembretes sobre as medidas de higiene e etiqueta respiratória.

  • Criar protocolos de higienização sistemática.

  • Uso de máscaras por pessoas com sintomatologia da doença ou casos confirmados, com substituição conforme manual do fabricante, visando criar uma barreira contra os respingos respiratórios

  • O uso de máscara por pessoas assintomáticas e sem diagnóstico confirmado não é recomendado por dois motivos: não é a maneira mais eficaz de proteção individual e promove o desabastecimento desse material para quem necessita utilizar.


  1. Equipamentos de proteção individual

O uso correto de EPI previne exposição ao risco. São exemplos: luvas, gorros, máscaras, proteção ocular. Nesses casos é preciso prezar pela manutenção, higienização a cada uso ou descarte, uso correto desses.

















  1. ANEXO I


T TABELA DE CLASSIFICAÇÃO DE RISCO DE EXPOSIÇÃO


Classificação

Critérios

Recomendações

Sem contato

Interações sem contato com uma pessoa com COVID-19

confirmado por laboratório, sintomático ou não.

Adotar medidas de prevenção.

Contato de risco baixo

  1. Ambiente com contato distante (superior a 2 m) de caso suspeito ou confirmado de COVID-19

  2. Ambientes de trabalho com baixo contato humano.

Monitoramento ativo dos sintomas por 14 dias após a última exposição.

Contato de risco médio

  1. Ambiente com contato próximo (inferior a 2 metros) de caso suspeito ou confirmado de COVID-19

  2. Atendimento ao público externo e locais alta densidade populacional. Ex: shoppings, rodoviárias, escolas, restaurantes, academias, fábricas, tripulação de aeronaves e navios.

  3. Viajantes à trabalho;

  4. Ambientes com compartilhamento de ferramentas

e/ou postos de trabalho.

  1. Monitoramento ativo dos sintomas por 14 dias após a última exposição.

  2. Quarentena doméstica por 14 dias após a última exposição***

Contatos de risco alto

1.      Contato prolongado ou frequente com uma pessoa com COVID-19 confirmado por laboratório e sintomático. Ex: sala de aula, equipe de saúde ocupacional e/ou assistencial de empresas, trabalhadores de transporte de saúde

(ambulância);

  1. Quarentena doméstica por 14 dias após a última exposição;

  2. Monitoramento ativo dos sintomas por 14 dias após a última exposição.

  3. Garantir suporte psicológico e comportamental;

Contato de risco muito alto

  1. Viver na mesma casa, ser um parceiro íntimo e/ou prestar assistência domiciliar a caso de COVID-19 confirmado por laboratório;

  2. Profissionais de saúde de empresas que realizam procedimentos com geração de aerossóis (Ex: intubação orotraqueal, procedimentos de indução de tosse, broncoscopias, alguns procedimentos/exames dentários ou coleta invasiva de amostras.

  3. Profissionais de laboratório que manipulam amostras  de  pacientes  confirmados  ou suspeitos de COVID-19;

Contatos de risco alto

Contato prolongado ou frequente com uma pessoa com COVID-19 confirmado por laboratório e sintomático. Ex: sala de aula, equipe de saúde ocupacional e/ou assistencial de empresas, trabalhadores de transporte de

saúde (ambulância);













  1. ANEXO II









  1. ANEXO III




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